Como não comer demais no restaurante por kilo

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Depois da dica de como não comer demais em casa, agora vai uma dica para não comer demais fora de casa.

Os restaurantes por kilo existem aos montes, com tamanhos e ofertas das mais variadas, normalmente são uma ótima opção para almoçar rápido e barato.

Mas eles fazem tudo para você comer mais do que o necessário, os pratos são grandes, tem diversos tipos de carne, saladas das mais variadas, massas cheias de recheio, e uma fila enorme de pessoas atrás de você, julgando o que você pega e reclamando se você ficar indeciso por um momento.

E eles fazem isso no momento que você está mais frágil, com fome, sede e desnutrido. Como resolver isso?

A regra que funciona pra mim é simples, se o prato é grande, tem que encher... começa pela salada, como todo nutricionista recomenda. Mas não inventa de fazer uma viagem pra salada, outra pros carboidratos e outra pra carne, isso não vale.

Primeiro dê uma passeada nas bandejas antes de começar a pegar, decida se vai comer massa ou arroz e feijão, veja se tem a carne que você mais gosta, priorize o que te dê prazer, depois volta pro início.

Coloca algumas folhas de alface no prato, cubra metade dele, e alguns legumes em cima pra não sair voando, pronto, metade do prato está cheio, agora só resta metade para os carboidratos e proteínas. Se precisar, no meio do caminho, dê uma empurradinha no alface, com o tempo você pega o jeito.

Ah, não gosta de salada? Vai comer sobremesa né? Coloca nessa primeira pratada... pra mim isso é regra, no restaurante por kilo que eu frequento a sobremesa fica no final da fila (normalmente um doce caseiro), eu passo primeiro nela e coloco no prato, como fica escorrendo o caldo do doce, essa região do prato fica proibida de receber qualquer coisa salgada, e pronto, uma boa parcela do prato está preenchida, dá até pra escapar da salada.

Simples assim, duas regrinhas simples para resistir à tentação e ainda satisfazer as vontades.

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Almoço no Shopping

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Morar ou trabalhar em cidades grandes é um desafio e tanto. Estando longe de casa, é comum almoçar na rua, em restaurantes e principalmente dentro de shoppings ou galerias de lojas.

Mas todo o projeto dos shoppings é feito para aumentar o consumo, com vitrines brilhantes, produtos expostos, promoções das mais diversas, cafeterias, doces, chocolates, uma tentação atrás da outra, e normalmente para chegar na área de alimentação você tem que passar por todas essas tentações.

Almoçar dentro de um shopping é o primeiro passo para aumentar o consumo, então, como resistir?
  • Tempo: aperte o prazo do seu almoço, se você tem 1h para almoçar, e precisa caminhar 20 minutos entre ida e volta ao restaurante, come em cerca de 20 minutos, te sobram 20 minutos para perambular pelos corredores ou lojas. Coloque algum hábito saudável junto: ler 20 minutos de um livro, fazer uma caminhada no parque próximo, ou mesmo voltar 20 minutos mais cedo pro trabalho para sair 20 minutos mais cedo no final do dia (se sua empresa permitir), de modo que ocupe o tempo e a cabeça
  • Companhia: sempre almoce com alguém, aliás essa dica fica para todo dia, converse com a pessoa, fale dos filhos, estudos, carro, futebol, trabalho, qualquer coisa, mas focando na conversa, as vitrines passam desapercebidas. Só cuidado para não ir com alguém que para em todas as vitrines e lojas :-)
  • Dificulte a compra por impulso, leve apenas o ticket refeição, ou somente dinheiro suficiente para pagar o almoço e um documento de identificação, deixe a carteira no escritório ou no carro (é até um alívio carregar menos peso). Mesmo que encontre uma "promoção imperdível" no caminho, você terá que ir buscar o cartão de crédito, e nesse caminho pensa se a promoção é realmente imperdível, consulta outras lojas, etc.
Para mim esses três sempre funcionaram, quando estou em trabalho nas cidades grandes, o tempo "economizado" no almoço serve para adiantar o trabalho e voltar pra casa mais cedo; quando almoço na rua, sempre levo alguém pra conversar; e numa época que eu almoçava todo dia em restaurante, eu tinha uma conta lá, pagava uma vez por mês, então não precisava ter dinheiro ou cartão na mão, as compras por impulso quase nunca me pegaram.

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"Dinheiro Livre"

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Uma das maiores dificuldades para criar um orçamento, além do hábito de anotar tudo o que gasta, e preencher na planilha de planejamento, é como controlar as pequenas compras e gastos com diversão, sem entrar no vermelho todo mês.

Uma vez colocado as contas principais (água, luz, cartão de crédito) em débito automático, as finanças passam a funcionar meio que em piloto automático, precisando de poucas interações para fazer tudo acontecer.

Só que é difícil criar um orçamento pro futuro sem colocar algumas previsões de gastos com diversão.

Para isso, use na planilha de planejamento um item chamado "dinheiro livre" ou simplesmente "diversão", destine uma parte pra ele.

Por exemplo, para alguém que tenha uma renda de R$ 2.000,00 por mês, pode decidir reservar R$ 200,00 para diversão. Dessa reserva paga as pizzas, chopp, cinema, etc. Terminando essa grana, nada além disso vai ser gasto em diversão.

Um casal pode usar desse benefício, cada um contribui para o pagamento das contas principais da casa, mas cada um teria uma quantia para gastar sem nem precisar avisar o outro, no que quisesse.

O ideal, no início, é até sacar essa quantia, e pagar as contas de diversão com o que tem no bolso (separe em uma parte diferente da carteira das contas do dia a dia, como ônibus, restaurante, etc). Assim não corre o risco de extrapolar.

O melhor de ter essa "reserva técnica" é poder satisfazer algumas vontades, sem extrapolar o orçamento.


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Iniciando no cartão de crédito

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O cartão de crédito pode ser uma armadilha, assim que você abre uma conta no banco, recebe um, começa a gastar e quando se dá conta, não consegue pagar a fatura.

O problema aí é que aquele pedaço de plástico não parece representar o dinheiro que você tem, é como se por mágica, você pudesse entrar numa loja e pegar o que quiser. Já que o dinheiro não existe, imagina a encrenca de achar que não gastou.

Por conta disso, muita gente nunca usa cartão de crédito, com medo de cair na armadilha.

O cartão não é de todo mau, ele te dá crédito, não precisa ficar sacando dinheiro no caixa eletrônico, apresenta uma fatura detalhada do que foi gasto, e a maioria tem um programa de recompensas, que permite trocar por bens, viagens, assinaturas de revistas, descontos e até por dinheiro.

Então, como usar o cartão de crédito de forma segura e tirar proveito?

Simples, use-o como meio de pagamento normal, mas no mesmo dia, entre no Internet Banking e separe a mesma quantia de dinheiro gasto em um investimento secundário. O ideal é que seja uma aplicação de Curto Prazo (a maioria dos bancos oferece isso), com baixo risco e saque imediato.

Essa aplicação irá acumular a quantia suficiente para pagar a fatura, só que normalmente ela tem rendimento diário, ou seja, você gasta R$ 50,00 para abastecer o carro hoje, deposita essa mesma quantidade na aplicação, e resgata daqui 30 dias para pagar a fatura.

Com isso o dinheiro na conta corrente fica independente, e o dinheiro para pagar o cartão de crédito garantido. O melhor de tudo é receber juros por isso.

Alguém que movimenta R$ 1.000,00 por mês no cartão de crédito pode lucrar até R$ 5,00 no mês! Parece pouco? Faça por um ano e são R$ 63,00 (com correção) mais 12.000 pontos para trocar.


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A história do dinheiro

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Essa é uma história, sobre dinheiro.

Dinheiro não é real. É um método de troca, uma unidade que nós trocamos por algo que realmente precisamos ou valorizamos. Ele vale algo porque concordamos que vale algo, porque nós concordamos que pode ser trocado por algo.

Mas tem algo mais poderoso acontecendo aqui. Nós não necessariamente concordamos, porque cada pessoa valoriza o dinheiro baseado em histórias que conta para si mesmo sobre isso.

Nossa conta no banco é meramente um número, bits representados em uma tela, mas é também um sinal e um sintoma. Nós contamos a nós mesmos uma história de como conseguimos aquele dinheiro, o que ele diz sobre nós, o que vamos fazer com ele e como outras pessoas nos julgam.

Nós nos contamos a história de como ele pode crescer, ou mais vividamente, como pode desaparecer ou encolher ou ser tomado de nós. E essas histórias, poderosas e não declaradas, impactam a narrativa de somente todo o resto do que fazemos.

Então sim, existe o dinheiro. Mas antes do dinheiro, existe uma história. Acontece que, se você mudar a história, o dinheiro também muda.

Tradução livre do original, autor Seth Godin

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Segurando a onda nas compras online

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Compras online são muito cômodas e práticas, mas de tão práticas, são uma armadilha que podem levar à uma compra por impulso de algo que não era necessário, levando a problemas financeiros.

Algumas condutas simples podem resolver isso, pelo menos pra mim funciona:
  • Parar de visitar esses sites nos momentos vagos 
Eles não estão na sua lista de tarefas, dá uma olhada lá que tem mais coisa pra fazer.
  • Remover o cartão de crédito nas lojas onde ele estiver salvo (incluindo contas no Paypal, PagSeguro, Bcash, etc)
Isso ajuda inclusive a proteger contra roubo de dados, se acontecer uma invasão no site, seu cartão não cairá na mão de ladrões. Os poucos segundos que você leva para pegar o cartão, é o suficiente para pensar a respeito da compra, se é realmente necessária e se aquele é o momento correto.
  • Desinscrever das ofertas enviadas por e-mail diariamente
Mas desinscrevendo das ofertas por e-mail você pode perder algum cupom de desconto interessante, então, o que fazer?

A maioria dos descontos são publicados em sites especializados no assunto, basta procurar por Cupom de Desconto no Google que você encontra vários. Alguns são inerentes ao Cartão de Crédito, descubra se seu cartão oferece desconto em alguma loja.

Se isso não funcionar, crie uma conta de e-mail em algum serviço gratuito, e inscreva essa conta para o recebimento das ofertas. Esses e-mails não precisam aparecer na sua caixa de entrada todo dia, deixe acumular lá, e quando for comprar um item específico, vá nessa caixa de e-mail e busque pela oferta.

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