Almoço no Shopping

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Morar ou trabalhar em cidades grandes é um desafio e tanto. Estando longe de casa, é comum almoçar na rua, em restaurantes e principalmente dentro de shoppings ou galerias de lojas.

Mas todo o projeto dos shoppings é feito para aumentar o consumo, com vitrines brilhantes, produtos expostos, promoções das mais diversas, cafeterias, doces, chocolates, uma tentação atrás da outra, e normalmente para chegar na área de alimentação você tem que passar por todas essas tentações.

Almoçar dentro de um shopping é o primeiro passo para aumentar o consumo, então, como resistir?
  • Tempo: aperte o prazo do seu almoço, se você tem 1h para almoçar, e precisa caminhar 20 minutos entre ida e volta ao restaurante, come em cerca de 20 minutos, te sobram 20 minutos para perambular pelos corredores ou lojas. Coloque algum hábito saudável junto: ler 20 minutos de um livro, fazer uma caminhada no parque próximo, ou mesmo voltar 20 minutos mais cedo pro trabalho para sair 20 minutos mais cedo no final do dia (se sua empresa permitir), de modo que ocupe o tempo e a cabeça
  • Companhia: sempre almoce com alguém, aliás essa dica fica para todo dia, converse com a pessoa, fale dos filhos, estudos, carro, futebol, trabalho, qualquer coisa, mas focando na conversa, as vitrines passam desapercebidas. Só cuidado para não ir com alguém que para em todas as vitrines e lojas :-)
  • Dificulte a compra por impulso, leve apenas o ticket refeição, ou somente dinheiro suficiente para pagar o almoço e um documento de identificação, deixe a carteira no escritório ou no carro (é até um alívio carregar menos peso). Mesmo que encontre uma "promoção imperdível" no caminho, você terá que ir buscar o cartão de crédito, e nesse caminho pensa se a promoção é realmente imperdível, consulta outras lojas, etc.
Para mim esses três sempre funcionaram, quando estou em trabalho nas cidades grandes, o tempo "economizado" no almoço serve para adiantar o trabalho e voltar pra casa mais cedo; quando almoço na rua, sempre levo alguém pra conversar; e numa época que eu almoçava todo dia em restaurante, eu tinha uma conta lá, pagava uma vez por mês, então não precisava ter dinheiro ou cartão na mão, as compras por impulso quase nunca me pegaram.

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